Cedro Mineração

Cedro Mineração

Mariana receberá investimento milionário que gerará 250 empregos diretos na mineração – maisminas.org

São 1,5 milhão de toneladas de minério de ferro que poderão ser produzidos na cidade.

Rômulo Soares – 19 de novembro de 2021 às 12:53

Imagem: reprodução da Cedro Mineração no Youtube

A mina do Grupo Cedro em Mariana está em fase avançada para obter o licenciamento operacional e receber R$ 150 milhões de investimento da Cedro Mineração. São 1,5 milhão de toneladas de minério de ferro que poderão ser produzidos na cidade. A informação é do jornal Valor Econômico.

A reportagem do jornal especializado em economia cita que, de acordo com o diretor de sustentabilidade do Grupo Cedro, Guilherme França, a unidade localizada na primeira capital de Minas Gerais deve entrar em operação no primeiro semestre do ano que vem, com geração de 250 empregos diretos.

Além de Mariana, outra cidade da Região dos Inconfidentes também deve receber investimentos da companhia. O Grupo investirá no terminal ferroviário do Bação, em Itabirito, que terá capacidade para transportar 8 milhões de toneladas de minério por ano. A expectativa é que seu funcionamento comece no segundo semestre de 2022.

Grupo Cedro

O Grupo Cedro foi fundado no fim de 2017 pela família Kallas, de Minas Gerais, que detém 89% do capital da empresa, e outros cinco sócios. O grupo adquiriu a Mina do Gama, da Extrativa Mineral, em Nova Lima e, com um investimento de R$ 150 milhões em tecnologias, ampliou a produção da mina de 1,3 milhão de toneladas no primeiro ano para 3,9 milhões de toneladas por ano. 

Esse grupo é dono da Cedro Mineração e iniciou um programa de investimentos de três anos da ordem de R$ 1 bilhão. O projeto inclui aumento da produção de minério de ferro e entrada nos segmentos imobiliário, de energia e agronegócio. São 1,8 mil pessoas empregadas pelo grupo e espera-se que 8 mil empregos sejam mantidos até 2024.

O grupo é o 11º no segmento de minério de ferro, segundo dados da Agência Nacional de Mineração (ANM). De acordo com o gerente-geral de operações da Cedro Mineração, Wanderley Santo, o grupo implantou um sistema de filtragem de 100% dos rejeitos, aumentando o índice de aproveitamento do minério de 35% a 40% para 60% a 65% e o próximo passo será a instalação de uma planta de gravimetria, que vai aumentar o aproveitamento em mais 10% a 12%. O grupo também estuda usar o rejeito seco para produção de bloquetes para construção civil.

Vagas de emprego

A Cedro Mineração já está realizando contratações em Mariana. Atualmente, há vagas para os cargos de almoxarife, auxiliar de mina e comprador. Aqui você pode se candidatar na vaga do seu interesse.

https://maisminas.org/mineracao/mariana-recebera-investimento-milionario-que-gerara-250-empregos-diretos-na-mineracao/

Grupo Cedro pretende ser o no 4 em minério de ferro – valor.globo.com

Plano de expansão de R$ 1 bilhão em três anos inclui os setores de geração de energia, imobiliário e do agronegócio

Por Cibelle Bouças – 18/11/2021

Lucas Kallas, presidente do conselho do Grupo Cedro: “Investir em diferentes áreas dará sustentabilidade ao grupo” —
Foto: Maria Tereza Correia/Valor

O Grupo Cedro, dono da Cedro Mineração, deu início a um programa de investimentos de três anos da ordem de R$ 1 bilhão. O projeto inclui aumento da produção de minério de ferro e entrada nos segmentos imobiliário, de energia e agronegócio. Os investimentos serão feitos com recursos próprios do grupo. O grupo emprega 1,8 mil pessoas e espera chegar a 8 mil até 2024.

O Grupo Cedro foi fundado no fim de 2017 pela família Kallas, de Minas Gerais, que detém 89% do capital, e outros cinco sócios. O grupo adquiriu a Mina do Gama, da Extrativa Mineral, em Nova Lima. Com investimento de R$ 150 milhões em tecnologias para melhorar a produtividade, ampliou a produção da mina de 1,3 milhão de toneladas no primeiro ano para 3,9 milhões de toneladas por ano.

Wanderley Santo, gerente-geral de operações da Cedro Mineração, disse que o grupo implantou um sistema de filtragem de 100% dos rejeitos, o que permitiu aumentar o índice de aproveitamento do minério de 35% a 40% para 60% a 65%. “O próximo passo será a instalação de uma planta de gravimetria, que vai aumentar o aproveitamento em mais 10% a 12%”, afirma Santo. O grupo também estuda usar o rejeito seco para produção de bloquetes para construção civil.

Santo disse que a produção é destinada principalmente para a indústria de ferro gusa. Entre 50% e 60% da produção é vendida para a Gerdau e o restante vai para Vale, CSN, Usiminas e outras. A receita do Grupo Cedro prevista para este ano é da ordem de R$ 2 bilhões, ante R$ 1,1 bilhão em 2020, o que representa um aumento de 82%.

Lucas Kallas, CEO da Cedro Mineração e presidente do conselho de administração do Grupo Cedro, disse que o grupo reinveste de 80% a 90% do que ganha nos projetos de expansão do grupo. A meta é ampliar a produção de 3,9 milhões para 12 milhões de toneladas por ano de minério de ferro até 2023, e para 15 milhões de toneladas por ano até 2026.

Para isso, o grupo aguarda o licenciamento de quatro minas, todas em Minas Gerais, disse Guilherme França, diretor de sustentabilidade do Grupo Cedro. O licenciamento em fase mais avançada é da Mina Cedro Mariana, que tem capacidade de produção de 1,5 milhão de toneladas de minério de ferro por ano. O investimento é estimado em R$ 150 milhões. Segundo França, a unidade deve entrar em operação no primeiro semestre do ano que vem, com geração de 250 empregos diretos.

Outras duas unidades – Patrimônio e Mina Dois Irmãos – têm capacidade para produzir 1,5 milhão de toneladas de minério de ferro por ano cada e ambas devem começar a operar no segundo semestre de 2023. O grupo aguarda ainda o licenciamento da unidade de Sapé, que tem capacidade para 3,5 milhões de toneladas por ano e tem previsão para começar a operar no primeiro semestre de 2023.

O grupo Cedro também investe no terminal ferroviário do Bação, em Itabirito (MG), que terá capacidade para transportar 8 milhões de toneladas de minério por ano. A expectativa é que o terminal entre em operação no segundo semestre do ano que vem.

“Estamos caminhando para ficar entre as quatro maiores empresas de mineração do país, chegando a 15 milhões de toneladas de produção por ano em 2026”, afirmou Kallas. Hoje, o grupo é o 11o no segmento de minério de ferro, segundo dados da Agência Nacional de Mineração (ANM).

No setor imobiliário, o grupo vai construir em Nova Lima o Himalaya Town Center, que reúne cinco torres residenciais e comerciais, um shopping center a céu aberto e estacionamento para 1,8 mil veículos. As torres residenciais terão apartamentos de 3 e 4 quartos para públicos das classes A e B.

As torres comerciais incluem um hospital do Oncoclínicas e uma unidade da Universidade Fumec. A área construída soma 190 mil metros quadrados. O valor geral de vendas (VGV) é estimado em R$ 1,6 bilhão. “A ideia é fazer a construção sob medida e alugar para as empresas por 25 anos”, disse Kallas. O grupo avalia se vai contratar uma construtora para as obras ou se fará a construção por permuta.

Na área de agronegócio, o grupo mantém projetos nas áreas de grãos e pecuária. “É importante investir em diferentes áreas para dar sustentabilidade ao negócio. E as perspectivas do agronegócio são muito boas”, disse Kallas.

No oeste baiano, o grupo prevê investir R$ 670 milhões em sete anos no plantio irrigado de soja e milho e na criação de 20 mil cabeças de gado bovino em uma área de 52 mil hectares. O plantio começa em 2022. O grupo também adquiriu 5,3 mil hectares na Serra do Cabral (MG), com investimentos R$ 400 milhões para o plantio de cafés especiais. A previsão é colher 100 mil sacas de café especial por ano a partir de 2024.

Na área de energia, o grupo investiu R$ 100 milhões para instalar usinas de geração de energia fotovoltaica nos municípios mineiros de Iguatama, Lavras, São Gonçalo do Sapucaí e Sete Lagoas. Os parques vão gerar 16 megawatts (MW) de energia, com potencial para chegar a 31 MW no futuro.

https://valor.globo.com/empresas/noticia/2021/11/18/grupo-cedro-pretende-ser-o-no-4-em-minerio-de-ferro.ghtml

Empresas assinam termo de adesão aos projetos “Caminhos” e “Cidadania em Rede” – mpmg.mp.br

Termos de adesão de empresas aos projetos “Caminhos” e “Cidadania em Rede” foram assinados nesta terça-feira, 21 de setembro, na sede do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Os projetos, iniciados em fevereiro deste ano são fruto de parceria entre o MPMG, por meio da Coordenadoria de Inclusão e Mobilização Social (Cimos), Tribunal de Justiça de Minas (TJMG) e Ministério Público do Trabalho (MPT) da 3ª Região.

Na mesma ocasião, foi assinada a resolução nº 15/2021, de 21 de setembro de 2021, que altera a resolução nº 2/2013 e regulamenta os procedimentos para instauração, promoção e implementação de projetos sociais. A resolução foi assinada pelo procurador-geral de Justiça, Jarbas Soares Jr., e pelo corregedor-geral de Justiça do MPMG, Luciano França da Silveira Júnior e vai proporcionar aos órgãos de execução do MPMG a possibilidade de firmar parcerias com entidades de direito privado nos assuntos de responsabilidade social, com atuação por meio de projetos sociais.

O coordenador de Inclusão e Mobilização Sociais, promotor Paulo César Vicente de Lima, lembrou o ambientalista Hugo Werneck, que dizia que vivemos na mesma casa e o MP deve trabalhar com e não contra alguém, viver em “comum unidade” e que não era possível excluir as empresas. “Não há outro caminho, ninguém transforma o mundo sozinho”, ressaltou.

A desembargadora Maria Luiza de Marilac, coordenadora do Núcleo de Voluntariado do TJMG, contou que os projetos “Caminhos” e “Cidadania em Rede” foram desenvolvidos de acordo com a Agenda 2030, da ONU. “Nós acreditamos que a concretização dos projetos conduzirá ao desenvolvimento de habilidades, criatividade e capacidade laborativa, componentes basilares da autoestima, e colaborará para viabilizar a inserção na sociedade de nosso público-alvo”, afirmou.

O vice-presidente do TJMG, desembargador José Flávio de Almeida, disse que integrar a Agenda 2030 da ONU por meio de ações de prevenção, aliadas aos objetivos de desenvolvimento sustentável, representa o compromisso do Poder Judiciário com o aperfeiçoamento para proporcionar um serviço mais célere e eficiente para a população. “A ideia é estimular a sociedade para que realize iniciativas em prol da população mais vulnerável”, declarou.

O procurador-geral de Justiça, Jarbas Soares Jr., enumerou os esforços do MPMG em prol dos direitos humanos e do terceiro setor e agradeceu as empresas e escritórios de advocacia que se juntaram aos projetos. “Só posso agradecer os que aderiram. As empresas enxergam que o lucro legítimo nao pode ser um bem absoluto, ele pode ser compartilhado de alguma forma com aqueles que mais precisam. Temos que ter a convicção de que é preciso sonhar para fazer”, finalizou.

Os parceiros que passaram a integrar os projetos “Caminhos” e Cidadania em Rede” são a ArcelorMittal, representada pelo CEO de Aços Longos para a América Latina, Jefferson de Paula; AVG Siderurgia, pelo presidente Bernardo Andrade Valadares Gontijo; Bemisa, pelo presidente Augusto Cesar Calazans Lopes; Extrativa Mineral S/A Cedro Mineração, pelo diretor jurídico Eduardo Soares do Couto Filho, Sindicato da Indústria Extrativa de Minas Gerais, pelo presidente Luís Márcio Vianna e Centro Mineiro de Alianças Multisetoriais, pela diretora Marcela Giovanna, escritório Dinorá Carla Sociedade Individual de Advocacia, pela advogada Dinorá Carlas e escritório Nepomuceno de Sousa Soares, pela advogada Cristiana Nepomuceno de Sousa Soares.

Segundo o CEO de Aços Longos da ArcelorMittal, Jefferson de Paula, a empresa vai contribuir financeiramente e também com outras ações para viabilizar os projetos, usando a experiência de 32 anos da Fundação ArcelorMittal. “As empresas não são só ganhar dinheiro, temos que pensar acima disso”, afirmou.

O “Caminhos” tem por objetivo promover a inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade social, em especial os egressos do sistema penitenciário, as pessoas em conflito com a lei – submetidas às audiências de custódia e aquelas em situação de rua. Já o “Cidadania em Rede” abrange ações de cidadania e fortalecimento social, voltado para as pessoas mais vulneráveis. Por meio dele, os moradores serão apresentados a um novo conceito de alimentação, com o incentivo de criação de hortas comunitárias e inclusão social por meio do trabalho, da arte e da cultura, inicialmente no aglomerado da Cabana do Pai Tomaz, região Oeste de BH.

Confira mais fotos:

Termos de adesão de empresas aos projetos “Caminhos” e “Cidadania em Rede - 21.09.21

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Grupo Cedro planeja investir mais de R$ 1 bi em três anos – diariodocomercio.com.br

Por Mara Bianchetti – Em 19 de agosto de 2021 às 00:30

Na mineração, grupo prevê inclusão de mais cinco ativos que permitirão à Cedro Mineração elevar a capacidade produtiva | Crédito: Mara Bianchetti

O Grupo Cedro, dono da Cedro Mineração, planeja investir mais de R$ 1 bilhão nos próximos três anos. A maior parte dos aportes será aplicada em Minas Gerais e contemplará não apenas as operações da Mina do Gama, em Nova Lima (RMBH), mas também novos ativos de minério de ferro no Estado e o ingresso da companhia em outras áreas. Há projetos previstos no ramo imobiliário, no agronegócio e em energia solar.

A empresa informou em primeira mão e com exclusividade ao DIÁRIO DO COMÉRCIO que, na área imobiliária, vai investir em um megaempreendimento em Nova Lima, que incluirá torres comerciais e residenciais, shopping a céu aberto, universidade e um hospital. No agronegócio, está apostando no cultivo de café, soja, milho e em pecuária; o café na Serra do Cabral, no Centro-Oeste de Minas, e os demais na Bahia. Já o projeto de geração solar prevê a instalação de três parques no Centro-Oeste e no Sul do Estado, com geração inicial de 12,5 megawatts (MW).

E na mineração está prevista a inclusão de mais cinco ativos que permitirão a Cedro Mineração passar das atuais quase 4 milhões de toneladas/ano para 15 milhões de toneladas/ano até 2026. Os mesmos se encontram em processos de licenciamento junto aos órgãos competentes e a expectativa é que o primeiro deles entre em operação nos próximos meses.

Outros detalhes dos negócios não foram revelados, no entanto, tamanha é a robustez das iniciativas que a empresa projeta a criação de cerca de 8 mil postos de trabalho entre diretos e indiretos nos próximos anos. Atualmente, há aproximadamente 1,8 mil funcionários – incluindo os terceirizados – atuando apenas na Cedro Mineração, que deve encerrar 2021 com faturamento superior a R$ 2 bilhões.

É o que conta o CEO do grupo, Lucas Kallas. Segundo ele, a mineração é a base da holding e está sustentando os novos investimentos. “É importante distribuir o risco. Mineração é bom, mas o bom preço não é eterno. Estamos apostando na energia renovável, que é um setor que já decolou no Estado; no agronegócio, uma potência em nosso País e cuja demanda só tende a aumentar; e no ramo imobiliário, porque surgiu a oportunidade de um projeto arrojado e de alto nível na região”, resume.

Especificamente sobre o braço de mineração, Kallas destaca que a combinação entre o boom vivido pelo setor com o elevado preço do minério de ferro e o trabalho e investimentos realizados pela Cedro tem permitido à empresa crescer em larga escala. Para se ter uma ideia, apenas em tributos, em sete meses de 2021 mais de R$ 270 milhões já foram recolhidos. No decorrer do ano passado o montante total foi da ordem de R$ 300 milhões. “O faturamento da Cedro Mineração neste exercício deve ultrapassar os R$ 2 bilhões”, diz.

De maneira complementar, o Diretor de Sustentabilidade do Grupo Cedro, Guilherme França, explica que os resultados têm sido possíveis graças à aposta e investimentos da Cedro na Mina do Gama, que está em operação desde os anos 1990 e em 2018 passou a ser operada pela mineradora. Ao todo, já foram aportados R$ 200 milhões em tecnologia, pesquisa e desenvolvimento em vistas de tornar a unidade totalmente sustentável.

O montante inclui os cerca de R$ 30 milhões em equipamentos para filtragem de rejeito, fazendo com que a mina se tornasse a primeira da região e uma das únicas do Estado com material de descarte 100% filtrado.   O processo consiste em uma operação de separação do sólido e do líquido de modo que o rejeito seja filtrado por um processo de prensamento de placas. O rejeito é empilhado seco, eliminando a necessidade de barragens de materiais úmidos, possibilitando o reaproveitamento da água recuperada no processo.

“Temos um plano grande para a área extrativa. No ano passado, já fomos a sexta maior pagadora de Cfem (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais) do Brasil e temos conseguido mostrar que práticas de classe mundial e constante inovação tecnológica não estão exclusivamente restritas às gigantes do setor. Queremos ser referência, inclusive, pelo modelo de crescimento sustentável”, ressalta.

As tecnologias promovem, além dos 100% de empilhamento de rejeitos a seco e a descaracterização da antiga barragem, o reaproveitamento de 85% de água empregada no processo produtivo, a preservação de fauna e flora, a aplicação de biomantas nas pilhas de rejeito, a revegetação de leiras e os programas de controle de qualidade. 

Mas não para por aí. A empresa investe ainda em projetos sociais, culturais e de educação ambiental. “No total são 22 projetos apoiados pela Cedro Mineração, seja via Lei de incentivo seja por patrocínio direto, que somam mais de R$ 7 milhões aportados pela companhia. E há outros pelo menos 20 em desenvolvimento”, diz França.

Operações Cedro Mineração
O Gerente-Geral de Operações da Cedro Mineração, Wanderley Santo, aponta que desde que assumiu a Mina do Gama, em 2018, a Cedro vem realizando uma série de investimentos e melhorias nos processos, de maneira a aproveitar o máximo possível do minério extraído da cava da qual detém o direito de exploração. Conforme ele, enquanto teor no insumo siderúrgico de corte gira em torno de 40% de ferro e 35% de sílica, os produtos finais da mineradora são comercializados com concentração média de 64,5% de ferro e 6% de sílica.

Para o melhor aproveitamento do minério, a mineradora está investindo em uma nova planta de britagem e concentrados, que deverá entrar em operação no final do mês. Das 3,9 milhões de toneladas produzidas em Nova Lima, 40% é destinada ao setor guseiro de Minas Gerais e 60% compõe a fatia de exportação de grandes mineradoras do Estado.

“A vida útil da jazida é de dez a 12 anos e além do minério extraído da cava, também estamos reprocessando todos os finos da antiga barragem“, conta. É que entre as heranças dos antigos empreendedores da Mina do Gama estava uma barragem de rejeito que foi desativada há muitos anos, mas com a chegada da Cedro tornou-se uma das primeiras barragens de rejeito do Brasil totalmente descaracterizadas e descadastradas pela Agência Nacional de Mineração (ANM).


Prefeitura e Cedro Mineração entregam obra que dará fim às inundações no Vale do Sol – jornalbelvedere.com.br

PUBLICADO QUARTA, 11 AGOSTO 2021 11:38

Liberação: Na entrega da obra, o prefeito João Marcelo cumprimentou a diretoria da Aprevs, os funcionários da prefeitura e os representantes da Cedro © Foto: Divulgação/Cedida PNL

A obra foi escolhida como prioridade pela população. Mineradora é responsável por aporte de mais de R$ 2 milhões.

Um modelo de atuação pública quase inédito de tão pouco usual no País começou a resolver um problema de décadas no bairro Vale do Sol, na Região Noroeste de Nova Lima. No último dia 30 de julho, a Prefeitura entregou à população daquele local a primeira de uma série de obras importantes para drenagem de águas de chuva que vão finalmente resolver um antigo problema. Trata-se da transposição das águas do córrego da Quinta Avenida, a principal via do bairro. A obra consiste em alargar um ponto de estrangulamento do canal, com a instalação de aduelas de 3,0 metros de diâmetro que permitem o escoamento correto da água sob a avenida. As aduelas são estruturas pré-fabricadas de concreto armado utilizadas principalmente na canalização de córregos, cursos d ‘água e drenagem de águas pluviais.

O modelo adotado reúne esforços conjuntos da comunidade, através da Associação de Moradores do Vale do Sol (Aprevs), dos condomínios Morro do Chapéu e Passárgada, da prefeitura de Nova Lima e da Cedro Mineração. Até o último Verão era muito comum ver as recorrentes inundações que traziam enorme transtorno aos moradores da região.

Demandas da população

Há três anos, quando assumiu a administração da Mina do Gama, naquela região, a Cedro Mineração vem desenvolvendo um trabalho de relacionamento próximo com as comunidades de seu entorno. “Nossa ideia é colaborar para resolver as demandas trazidas pela própria população”, explica Eduardo Couto, diretor Jurídico da Cedro Mineração. “Essa é a primeira etapa de uma obra que é um esforço conjunto da sociedade civil, poder público e iniciativa privada. Estamos executando a segunda etapa da obra que é o túnel bala de 37 metros que vai escoar toda a água de chuva. E, em breve, a Cedro, juntamente com a Aprevis, o Morro do Chapéu e a prefeitura de Nova Lima, vai atuar na terceira etapa da obra que é o rebaixamento do leito do canal, de aproximadamente 350 metros de comprimento e que vai viabilizar o encontro das aduelas com o túnel bala. O problema será resolvido definitivamente”, declarou Eduardo Couto.

“Foi feito todo um trabalho de planejamento e engenharia para começar as obras. Os custos das obras, avaliados em R$ 2 milhões, ficaram sob responsabilidade da Cedro Mineração”, explica Carlos Eduardo Campolina, secretário da Regional Noroeste, braço da prefeitura que cuida daquela área.

“O município assume a construção da aduela e a conclusão do túnel bala que está em execução e que será entregue dentro de 30 dias. A água vai escoar pelo canal até o túnel bala de 37 metros de comprimento, passando por um terreno do Hospital Mater Dei e vai desaguar, futuramente, no fundo do Miguelão. São obras fundamentais para dar vazão à água e foram escolhidas pela comunidade em uma votação durante uma assembleia”, ressaltou Carlos Eduardo Campolina.

União dos moradores

O prefeito João Marcelo fez um rápido discurso cumprimentando a Aprevs, os funcionários da prefeitura e a Cedro, e lembrou o engajamento e o espírito colaborativo que se encontra neste momento no Vale do Sol e nos condomínios do entorno. “Essa é uma Associação sempre ativa e essa parceria é fruto do trabalho e união dos moradores. E a Cedro tem se mostrado uma empresa nova-limense, pois não tem medido esforços para ser parceira”, relatou. Durante a inauguração, o prefeito anunciou que está em fase final de contratação de uma empresa que fará a drenagem, asfaltamento e obras de infraestrutura no bairro, começando pela Quinta Avenida, um dos seus compromissos de governo.

Por sua vez, o presidente da Aprevs, Haroldo Meirelles, agradeceu à comunidade pela confiança depositada na parceria que foi celebrada e destacou dois pontos fundamentais. “Primeiro, a importância da obra que é a drenagem das águas pluviais; e segundo, pelo ineditismo da parceria envolvendo toda a comunidade, o poder público e a iniciativa privada”, ressaltou.

O Conselheiro do Morro do Chapéu Golfe Clube, Luiz Flávio Bastos, lembrou na ocasião que os moradores da região sempre foram abandonados pelo poder público e que nunca houve esse diálogo e a proximidade da prefeitura com as comunidades. “Tenho percebido isso pelo excelente trabalho da atual gestão, de conduzir e trazer novas indústrias para o local, trazendo com isso desenvolvimento e valorização para a região”, destacou.

Claudinei Ayres é profissional do setor da beleza e mora ao lado onde está construído o canal. Ele lembra das inundações constantes e ressalta que a obra está sendo realizada por insistência da Associação de Moradores. “O que existia aqui antes era uma gambiarra, e que não solucionava o problema no período chuvoso. A nossa esperança é que essa gestão faça essa obra, pois já nos reunimos muitas vezes com o ex-prefeito e nada foi resolvido”.

O conjunto de obras para o Vale do Sol previsto nessa fase contempla um canal, chamado popularmente de Túnel Bala, para o perfeito escoamento da água, que inunda o bairro e o acesso aos condomínios todos os anos. A previsão de entrega dessa obra é para o final de agosto. O canal terá seu leito rebaixado e limpo para o perfeito escoamento das águas. A previsão de entrega é para antes do período das chuvas.

Mineradora já entregou várias outras benfeitorias na região

Quando iniciou suas operações na Mina do Gama, em Nova Lima, há pouco mais de dois anos, a Cedro Mineração assumiu também uma série de compromissos. Um deles é manter um canal de diálogo entre a mineradora e a comunidade. Dois desses compromissos já foram entregues em dezembro passado: uma rotatória, que passa a funcionar como praça, um novo espaço com infraestrutura e paisagismo, e uma nova viatura Mitsubishi L200 Triton para a Primeira Companhia de Polícia Militar Independente.

Para chegar a esse objetivo a Cedro optou por ouvir a comunidade e entender as suas principais necessidades. Foi assim que a rotatória virou prioridade. Ela funciona como importante entroncamento entre os bairros da região do Vale do Sol e a rodovia BR-040. Durante anos foi um terreno baldio sem infraestrutura, usado como depósito de entulhos, troncos e raízes secas de velhas árvores e até sucatas de máquinas pesadas. O resultado era um espaço degradado, propício para proliferação de insetos e roedores e enchentes em época de chuvas. Além disso, a sensação de insegurança para os moradores também era grande.

Hoje, a praça, que conta com jardim e aproveitou os troncos e raízes de árvores que já estava lá, veio para mudar definitivamente a paisagem local. Para a sua construção foram cumpridas várias etapas, como levantamento topográfico, paisagismo, drenagem, irrigação e projeto arquitetônico.

Tático Móvel

Juntamente com a praça, a Cedro Mineração agrega uma doação que, certamente, contribui para tal sensação. A mineradora entrega uma nova viatura para a Companhia da Polícia Militar Independente, responsável pelo policiamento de Nova Lima, Raposos e Rio Acima. A Mitsubishi L200 Triton, equipada com os mais modernos recursos, será utilizada no serviço Tático Móvel, modalidade que está sendo implantada na Unidade.

A chegada da viatura garantirá, segundo a PM, uma maior capacidade operacional à tropa e reforçará as ações voltadas para a segurança da população dessas áreas de abrangência da Unidade.

Além das entregas, a Cedro investiu também em obras de pavimentação e segurança na região, totalizando investimentos da ordem de R$ 5 milhões. Entre as principais intervenções estão a aquisição de câmeras de segurança no Vale do Sol e quatro quilômetros de asfaltamento de uma das principais vias de acesso aos bairros da região. Junto ao asfalto foram desenvolvidos e executados trabalhos de terraplanagem, análise e reforço de solo, além da construção de vias pluviais para o escoamento da água da chuva.

http://www.jornalbelvedere.com.br/index.php/estilo/cidade/item/2009-prefeitura-e-cedro-mineracao-entregam-obra-que-dara-fim-as-inundacoes-no-vale-do-sol

Cedro Mineração atua no setor social e se prepara para ampliar negócio – otempo.com.br

Entre patrocínios diretos e doações via leis de incentivo são cerca de R$ 5 milhões investidos anualmente pela Cedro Mineração

Por HELENICE LAGUARDIA 02/08/21 – 03h00

CEO da Cedro Mineração, Lucas Kallas vai ampliar não apenas o tamanho dos negócios mas também a atuação social da companhia – Foto: Cedro Mineração/divulgação

A Cedro Mineração fez a doação de R$ 150 mil que ajudará a Associação dos Protetores das Pessoas Carentes (Assopoc) no atendimento a idosos carentes do Lar São Geraldo, que fica em Crucilândia, na região metropolitana de Belo Horizonte. A mineradora – que atua em Nova Lima e opera a Mina do Gama – é responsável pela produção anual de 3,5 milhões de toneladas de minério de ferro, emprega cerca de 800 pessoas e tem atuação forte no setor social. Entre patrocínios diretos e doações via leis de incentivo são cerca de R$ 5 miIhões investidos anualmente. Segundo o CEO da companhia, Lucas Kallas, o Grupo Cedro se prepara para novos voos em breve, o que deve ampliar não apenas o tamanho dos negócios mas também de sua atuação social.

https://www.otempo.com.br/opiniao/minas-s-a/cedro-mineracao-atua-no-setor-social-e-se-prepara-para-ampliar-negocio-1.2521227?utm_source=whatsapp

Obra de drenagem vai acabar com inundações no Vale do Sol, em Nova Lima – em.com.br

Inauguração da transposição do córrego coloca fim aos problemas de inundações na região

Estado de Minas 30/07/2021 10:29 

Inauguração da transposição do córrego e liberação do trânsito da Quinta Avenida, em Nova Lima
(foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)

A primeira parte da obra contra inundações no Bairro Vale do Sol, em Nova Lima, foi entregue nesta sexta-feira (30/7): a inauguração da transposição do córrego e liberação do trânsito da Quinta Avenida.

Este é um esforço conjunto que envolve a Cedro Mineração, a Prefeitura de Nova Lima, a Associação de Proprietários e Moradores do Vale do Sol (Aprevs), Morro do Chapéu Golfe Clube, condomínios e moradores. Nesta primeira parte, foram instaladas aduelas de 3,0 metros de diâmetro que permitirão o escoamento correto da água sob a avenida. 
De acordo com Eduardo Soares, diretor jurídico e institucional da Cedro Mineração, este primeiro passo vai resolver de forma definitiva os problemas de inundação do bairro e da avenida, que durante o verão eram frequentemente inundados pelas chuvas. “Nesse ponto a água não tinha evasão adequada para escoar, então ela inundava a Quinta Avenida e entrava também em alguns pontos nas casas dos moradores”, explica. “É uma obra de drenagem que vem para solucionar de forma definitiva os problemas”, acrescenta.

Guilherme França, diretor de sustentabilidade e desenvolvimento social da Cedro Mineração, destaca ainda que este é mais um projeto da empresa desde que assumiu a gestão das obras. “Desde o final de 2018 quando a Cedro Mineração assumiu a gestão, uma das metas principais do grupo é fazer uma relação com a comunidade e investimento social da melhor forma possível e da forma mais estruturada possível. Então buscamos entender naturalmente as principais demandas do bairro”, lembra. 
“Com o diálogo, entendemos as demandas e começamos a agir. No primeiro momento, foi a revitalização da rotatória de acesso ao bairro que estava abandonada e hoje tem uma obra de jardinagem interessante que mudou a cara da entrada desse complexo todo”, ressalta.
Agora, com o resultado dessa obra, a demanda de asfaltamento pode ser realizada. “O córrego atravessa o Vale do Sol e não conseguia ter essa evasão. No final ficava represado porque não tinha passagem e aí a inundação vinha toda pra trás. Com essa drenagem esse problema se reduz fortemente e a demanda de asfaltamento, vai começar a ser realizada”, comemora.

Prefeito João Marcelo, Secretário regional noroeste Carlos Campolina e diretores da Cedro Eduardo Couto e Guilherme França – (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)

O prefeito de Nova Lima, João Marcelo Dieguez, esteve na inauguração da obra e comemorou a conclusão da etapa. “Hoje é um dia marcante, a gente entrega um primeiro passo de obras que ainda virão e outros investimentos que nosso município vai realizar no Vale do Sol”, disse. 

Ele anunciou ainda novas obras para toda região. “O André, nosso secretário de planejamento, está concluindo a fase de contratação da empresa que se estenderá por todo bairro na implantação da drenagem, asfaltamento que tanto precisa como merecem e que é um compromisso do nosso governo. Tenho certeza que esse dia de hoje nada mais é do que um pequeno e importante passo nessa parceria entre a nossa administração, a associação dos moradores e as empresas que estão aqui”, comemora. As obras objeto da ação conjunta prevê ainda outras obras pleiteadas pela comunidade como a construção de um canal, chamado popularmente de túnel bala, para o perfeito escoamento da água, que inunda o bairro e o acesso aos condomínios todos os anos. A Cedro Mineração ficou responsável pelo aporte de R$ 1,1 milhão para a execução das obras. 
Durante a entrega da 1ª etapa, foi anunciado um novo aporte de R$1 milhão pela Cedro Mineração para viabilizar o rebaixamento do leito do canal e a solução definitiva das inundações na Quinta Avenida, principal via do Bairro Vale do Sol e via de acesso aos condomínios.

https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2021/07/30/interna_gerais,1291316/obra-de-drenagem-vai-acabar-com-inundacoes-no-vale-do-sol-em-nova-lima.shtml

Primeira etapa de obras para acabar com inundações é concluída no Vale do Sol, em Nova Lima – hojeemdia.com.br

Da Redação portal@hojeemdia.com.br

As obras devem ser finalizadas antes do período chuvoso – Pedro Vilela/Divulgação

A primeira etapa das obras de drenagem pluvial que visam a acabar com as inundações no bairro Vale do Sol, em Nova Lima, na Grande BH, foi entregue nesta sexta-feira (30). Aduelas (estruturas pré-fabricadas de concreto armado) de três metros de diâmetro foram instaladas no córrego da Quinta Avenida, o que vai permitir o escoamento da água sob a via.

Os investimentos somam R$ 2 milhões, oriundos de uma parceria entre a prefeitura e a Cedro Mineração, responsável pela administração da Mina do Gama, na região. “Nossa ideia é colaborar para resolver as demandas trazidas pela própria população”, explicou Eduardo Couto, diretor Jurídico da mineradora. De acordo com a mineradora, as obras devem ser finalizadas até o início do período chuvoso deste ano.

De acordo com a companhia, ainda será entregue um canal, chamado popularmente de “túnel bala”, para o escoamento da água. A expectativa é a de que a obra seja concluída no fim do próximo mês. Também será feito o rebaixamento do leito do córrego. 

https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/primeira-etapa-de-obras-para-acabar-com-inundações-é-conclu%C3%ADda-no-vale-do-sol-em-nova-lima-1.848032

Nova Lima conclui 1ª etapa de obra para acabar com inundações no Vale do Sol – www.otempo.com.br/super-noticia/

Os investimentos somam R$ 2 milhões, provenientes de uma parceria entre a prefeitura e a Cedro Mineração

PUBLICADO EM 30/07/21 – 20H10 Da Redação

A primeira etapa das obras de drenagem pluvial que prometem encerrar com as inundações no bairro Vale do Sol, em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi concluída nesta sexta-feira (30). Para evitar enchentes na região, as águas do Córrego da Quinta estão sendo canalizadas.

Aduelas (estruturas pré-fabricadas de concreto armado utilizadas principalmente na canalização de córregos, cursos d´água e drenagem de águas pluviais) de três metros de diâmetro foram instaladas para permitir o escoamento correto da água sob a avenida.

Para completar o empreendimento ainda será entregue um canal, chamado popularmente de túnel bala, para o escoamento da água. A previsão de entrega dessa obra é para o final do mês de agosto. O canal ainda terá o leito rebaixado e limpo para o correto vazamento das águas. 

Os custos das obras, avaliados em R$ 2 milhões, ficaram sob responsabilidade da Cedro Mineração, que administra a Mina do Gama, na região. Por nota, a mineradora garantiu que todo o trabalho de drenagem será concluído antes do próximo período de chuvas.

https://www.otempo.com.br/super-noticia/cidades/nova-lima-conclui-1-etapa-de-obra-para-acabar-com-inundacoes-no-vale-do-sol-1.2520570

Nova Lima conclui 1ª etapa de obra para acabar com inundações no Vale do Sol – otempo.com.br

Os investimentos somam R$ 2 milhões, provenientes de uma parceria entre a prefeitura e a Cedro Mineração

Por DA REDAÇÃO 30/07/21 – 20h10

Aduelas de três metros de diâmetro foram instaladas para permitir o escoamento correto da água – Foto: Pedro VIlela/Divulgação

A primeira etapa das obras de drenagem pluvial que prometem encerrar com as inundações no bairro Vale do Sol, em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi concluída nesta sexta-feira (30). Para evitar enchentes na região, as águas do Córrego da Quinta estão sendo canalizadas.

Aduelas (estruturas pré-fabricadas de concreto armado utilizadas principalmente na canalização de córregos, cursos d´água e drenagem de águas pluviais) de três metros de diâmetro foram instaladas para permitir o escoamento correto da água sob a avenida.

Para completar o empreendimento ainda será entregue um canal, chamado popularmente de túnel bala, para o escoamento da água. A previsão de entrega dessa obra é para o final do mês de agosto. O canal ainda terá o leito rebaixado e limpo para o correto vazamento das águas. 

Os custos das obras, avaliados em R$ 2 milhões, ficaram sob responsabilidade da Cedro Mineração, que administra a Mina do Gama, na região. Por nota, a mineradora garantiu que todo o trabalho de drenagem será concluído antes do próximo período de chuvas.

https://www.otempo.com.br/cidades/nova-lima-conclui-1-etapa-de-obra-para-acabar-com-inundacoes-no-vale-do-sol-1.2520570